Expedição Tapajós/PEMA: uma travessia pela Amazônia que ficou na memória
- suportecaminhosdaa
- 10 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Rios, comunidades e trilhas revelaram a força da natureza e da cultura amazônica

Entre os dias 29 e 31 de agosto, um grupo de viajantes foi conduzido pela empresa Caminhos da Amazônia em uma experiência que uniu aventura, história e pertencimento: a Expedição Tapajós/PEMA II. Foram três dias em que rios, comunidades ribeirinhas e sítios arqueológicos da Amazônia Paraense mostraram que viajar por aqui é também redescobrir a relação entre homem e natureza.

Imersão no Arapiuns e pôr do sol inesquecível
A jornada começou em Alter do Chão, com navegação rumo ao rio Arapiuns. Na comunidade Coroca, os participantes conheceram iniciativas de turismo de base comunitária, como o projeto de preservação das tartarugas-da-Amazônia e o criatório de abelhas nativas sem ferrão. O almoço típico, com peixes e galinha caipira, fortaleceu a conexão com a culinária ribeirinha, enquanto o artesanato local deu forma à criatividade das sete comunidades envolvidas.
A tarde reservou um espetáculo natural: o banho na praia do Icuxi, onde as águas escuras do Arapiuns se encontram com as cristalinas do Tapajós, e o pôr do sol na Ponta do Cururu, considerado um dos mais belos da Amazônia.

Entre rios e serras
No dia seguinte, o grupo atravessou o rio Amazonas em direção a Monte Alegre. No caminho, o almoço no restaurante Piracema, em Santarém, trouxe os sabores da culinária paraense diante da imensidão do rio. Já em Monte Alegre, o descanso na Pousada Panorama preparou todos para a etapa mais intensa da expedição.

Trilhas e arqueologia no PEMA
O último dia foi dedicado ao Parque Estadual de Monte Alegre (PEMA), considerado um dos mais importantes sítios arqueológicos da Amazônia. Entre trilhas, cavernas e formações rochosas, os viajantes puderam observar pinturas rupestres milenares que narram a presença ancestral de povos amazônicos. A experiência de caminhar por paisagens únicas despertou não apenas a curiosidade científica, mas também a emoção diante de um patrimônio que resiste ao tempo.
Um legado de pertencimento
A Expedição Tapajós/PEMA II, realizada pela Caminhos da Amazônia, não foi apenas uma viagem, mas um encontro com histórias, comunidades e memórias que permanecem vivas. A cada parada, uma lição: a Amazônia é mais do que cenário — é território pulsante, que ensina e transforma quem se dispõe a escutá-la.





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